
O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil fugiu para a Itália. Como o nome dele estava no sistema de procurados impedidos, ele fugiu clandestinamente pela cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, há mais de 40 dias.
De lá, foi para a Europa. Através de uma carta, ele, que tem cidadania italiana, disse ser inocente e afirmou que, "por não vislumbrar a chance de ter um julgamento no Brasil sem motivações político-eleitorais e caráter de exceção", decidiu tentar um novo julgamento na Itália. O ex-diretor do Banco do Brasil disse ainda que tomou essa decisão de forma consciente e voluntária. O advogado Marthius Sávio Lobato disse que ficou sabendo da fuga do cliente através da carta e que não representa mais Henrique Pizzolato. A Polícia Federal acionou a difusão vermelha, que é quando a Interpol e as polícias federais de todo o mundo são informadas de que ele é um foragido da Justiça. O ex-diretor do Banco do Brasil foi condenado, em regime fechado, a 12 anos e sete meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato.
cbn.globoradio
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